sábado, 1 de outubro de 2011

O que significam sonhos ?

Os sonhos melhoram a memória, turbinam o aprendizado e nos preparam para os desafios da vida. Saiba mais sobre o que acontece com você enquanto dorme

Onde nascem os sonhos?
Durante a fase REM ("movimento rápido dos olhos", na sigla em inglês) do sono, o fluxo sanguíneo cerebral se intensifica e uma série de imagens toma conta do cérebro.

O que os sonhos significam?
Daí que, nos sonhos, as experiências importantes vividas durante o dia são associadas às nossasmemórias. O sonho permite que aquilo que aprendemos de dia (e que está no hipocampo – região responsável pelos novos conhecimentos) vá para o córtex cerebral, onde o aprendizado é armazenado de acordo com os estímulos sensoriais.

Para quê servem os sonhos?
Alguns sonhos têm a função de antecipar acontecimentos, dependendo do nível de estresse. Sabe quem sonha com as questões da prova? Além de ser um sinal de que o aluno está memorizando a matéria, é um mecanismo biológico que usamos para treinar nossas atitudes, antes que algo ocorra. Isso também vale para quando, por exemplo, você sonha que está falando umas verdades pro seu ex. O sonho alivia o estresse, porque nele a emoção rola solta. Acordados, preferimos a razão.

E os pesadelos, de onde vêm?
Eles nos preparam para enfrentarmos os obstáculos muito estressantes do cotidiano. Se você morre de medo de cachorros e tem sonhos frequentes de que está sendo atacada por eles, é sinal de que tenta enfrentar o medo. O mesmo vale para algumas tragédias da vida. Sonhamos com elas constantemente a fim de aceitar melhor o que aconteceu.

*Quem deu as infos: Thereza Christina Ribeiro, psicanalista da International Psychoanalytical Association (IPA)

Porque a gente ri ?

Rir faz bem para o humor e também para a saúde. Entenda o que acontece com o seu corpo quando você dá boas gargalhadas e descubra motivos para rir cada vez mais

Existem três teorias que explicam por que sentimos vontade de rir. A primeira delas é a teoria da incongruência, que sugere que o humor ocorre quando a lógica é substituída por elementos que não combinam entre si. É por isso que uma piada se torna engraçada quando esperamos uma coisa e acontece outra.
A segunda é a teoria da superioridade, que pode ser explicada quando rimos de situações consideradas erradas, estúpidas ou, até mesmo, a partir do azar de outra pessoa. A terceira e última é a teoria do alívio e o melhor exemplo disso é quando buscamos algo engraçado para amenizar um fato ou pensamento que nos faça sofrer.

O que acontece com o corpo por fora
Quando rimos, 15 músculos faciais se contraem e o sistema respiratório é interrompido parcialmente, pois a entrada de ar, pela boca, ocorre de modo irregular. Quando a gente dá uma gargalhada das boas, até os dutos lacrimais são ativados. Já ouviu aquela expressão "chorar de tanto rir"?

Sim, rir é o melhor remédio
Ao perceber os movimentos do corpo se preparando para rir, nosso cérebro libera um neurotransmissor chamado endorfina,que é um analgésico natural – tira a dor e dá uma sensação de bem-estar. O mais incrível é que a endorfina pode ser ativada sem que haja um motivo para rir. Basta rir (do nada) e você vai ter uma sensação agradável. Depois de bater o dedinho do pé na quina da cama, tente rir pra ver se a dor não passa mais rápido! É tiro e queda. E é justamente por isso que muitos psicólogos sugerem a terapia do riso para pacientes com depressão, por exemplo. Com simples exercícios respiratórios é possível conseguir rir e liberar essa substância.

O que acontece com o corpo por dentro
Os cientistas sabem que as emoções acontecemno lobo frontal, dentro do cérebro. Porém, a produção do riso está envolvida com várias regiões do cérebro, o que faz a risada ser produzida por um circuito que percorre várias áreas da cabeça. Quando rimos, aumentamos a quantidade de células que destroem tumores e vírus, assim como as células que produzem anticorpos. Ao mesmo tempo, a pressão arterial abaixa e ocorre um aumento na oxigenação do sangue. A risada oferece uma
verdadeira aula de ginástica para o abdome, o aparelho respiratório, a face, as pernas e os músculos das costas.

Risada na adolescência é diferente
Normalmente, os adultos riem de coisas relacionadas às suas experiências passadas. Como os adolescentes ainda não tiveram tempo de viver taaantas coisas, acabam achando graça em piadas que envolvem sexo, comida e coisas geralmente proibidas pelos adultos.Sim, você usa o humor como uma ferramenta para se proteger ou se sentir superior. Mas é normal, por enquanto. Só não vale achar que bullying é pra fazer rir!
*Quem deu as infos: Ivone Engelmann, química e especialista em programação neurolinguística.


Aprenda a controlar sua grana


O dinheiro anda sempre curto e você não consegue economizar? O primeiro passo pode ser dar uma segurada nessa vontade louca de consumir sempre mais e mais
Por que é tão gostoso gastar para comprar  algo que a gente realmente gosta? Essa  pergunta tem muitas respostas. A primeira  possível é a de que o prazer do consumo  está em satisfazer uma necessidade nossa.  Então, quando a nossa velha calça jeans  vira, de verdade, um trapo, compramos  outra para substituí-la,  por exemplo.
O  problema é que a gente não compra um  jeans novo – ou um tênis, ou um CD – só  quando realmente precisa dele. Muitas  vezes, compramos só para entrar na onda dos amigos, na moda da estação ou, pior, para tentar esquecer um ou outro probleminha  que anda nos deixando pra lá de  chateadas. Já parou para pensar nisso? "É  muito comum, principalmente na adolescência,  comprarmos algo pensando no que os outros vão achar, porque temos  uma necessidade de conquistar a admiração, principalmente dos amigos da turma.

Porém, é preciso tomar cuidado para não  cair na armadilha do 'ter para ser'. Quando  passamos a depender de algo externo para  nos sentir bem e seguras, é sinal de que a  nossa autoestima não está tão bem", avisa a  psicóloga Patrícia de Rezende, especialista  em finanças pessoais. Também acontece de descontarmos no consumo  algo que tem mais a ver com o nosso  emocional. "Por exemplo: a garota tem raiva  e não consegue colocar para fora. Ou está  triste e não sabe como conversar a respeito. 
Então, vai ao shopping e gasta até o que não  tem para ver se assim fica um pouco melhor",  explica a psicanalista Ana Olmos. E é aí que  mora o perigo, porque o prazer de comprar,  quando não está ligado a uma necessidade real, acaba sendo passageiro. E daí a um minuto, quando aquela euforia passar, vamos  ter de comprar novamente outra coisa, para  suprir a sensação de vazio. E é claro que,  mais dia, menos dia, tanto exagero acaba  gerando dívidas difíceis de pagar.


10 mandamentos da etiqueta no celular


Saiba o que é proibido e permitido em relação a esse aparelho tão importante em nossas vidas!

1. Não deixe seu celular jogado em qualquer canto. Ele pode tocar quando você menos esperar. Detalhe: você pode não estar por perto. Imagina o mico!

2. Cuidado com o toque! Nada de volume lá no alto e muito menos toques com frases desagradáveis ou palavrões. Péssimo.
3. O botão "desligar" existe! Por isso, na sala de aula, no cinema ou quando estiver fazendo trabalho em grupo com a galera, trate de usá-lo.

4. Nada de pedir celular emprestado, ainda mais pra fofocar ou fazer interurbanos. Faça isso apenas em situações de extrema emergência.

5. Falar alto ao celular é simplesmente péssimo! Se a pessoa do outro lado da linha não estiver escutando você, ligue outra hora.

6. Atenda rápido. Deixar o telefone tocando um tempão só para que os outros ouçam o ringtone que baixou ontem é nada a ver.

7. Nunca atenda o telefone se estiver no banheiro. Ninguém merece, né?

8. Nunca, jamais, em nenhuma hipótese, ouça música no celular sem fone de ouvido, muito menos no ônibus. Ninguém é obrigado a escutar as músicas que só você gosta, não é verdade?

9. A não ser que a pessoa seja muito íntima, jamais faça a seguinte pergunta pra quem atender o telefone: "Onde você está?"

10. Se alguém ligar, e você não puder atender, retorne a ligação, ainda mais se deixaram recado na caixa postal. Isso é sinal de que o papo deve ser sério.


Balada ou cilada ?

Descubra quais são os rolos mais comuns da balada e aprenda a fugir deles
Encontrar alguém que deu mancada ou passou por uma saia justa na balada não é nadinha difícil. Tem sempre alguém que se descuida e acaba zoando a noite da galera. Mas isso não é legal e tem como evitar, porque não adianta nada esperar tanto por uma festa, preparar o visu, chamar o pessoal e depois só ter coisas ruins para contar. Entrevistamos três meninas que passaram por situações-limite, mas aprenderam a lição e agora contam tudo para você ficar ligada. Parece até mentira! E, para se prevenir, o host Rodrigo Fernandes, da balada paulistana Clube Glória, dá dicas pra escapar das ciladas mais comuns para você curtir a noite sem susto. Quer alguém que entende mais de balada? Então aproveite as sugestões e divirta-se com consciência!
“Fui com uma prima mais velha numa festa de são João. Por lá, a venda de bebidas alcoólicas é livre e a fiscalização não é lá essas coisas. No último dia de festa, encontramos uma barraca típica que vendia licor bem mais barato que as outras. Não pensamos duas vezes e compramos. Depois de alguns goles ficamos com uma sensação de euforia fora do normal. Conhecemos uns garotos legais que perceberam que a gente não estava bem. Foi a nossa sorte! Eles cheiraram nosso copo e perceberam que tinha roupinol (uma substância alucinógena que deixa a pessoa inconsciente). Não sei quem colocou, se os próprios vendedores ou alguém que se aproveitou de um descuido, mas nunca me senti tão eufórica na vida. tivemos sorte de encontrar quem nos ajudasse. Do jeito que ficamos, alguém poderia ter nos roubado, ou feito coisa muito pior. Nosso estado era lastimável, nem conseguimos colocar a chave na fechadura para abrir a porta de casa. No outro dia, além da ressaca, sentimos enjôos e mal-estar o dia todo. A partir de então, comecei a ter mais cautela. Diminuí a quantidade, não compro mais bebida em qualquer lugar e nunca fico longe do meu copo, porque sei que tive sorte e nem sempre as histórias terminam assim.” Juliana*, Salvador, BA

“Estava superanimada com a primeira festa da faculdade - a famosa recepção aos “bixos”. Fui disposta a aproveitar ao máximo. A festa era open bar - cerveja, vodka e tudo mais à vontade. Quando chegamos, comecei a beber, só que à medida que a animação aumentava, ia misturando diferentes tipos de bebidas. Mais ou menos duas horas da manhã comecei a sentir tontura, enjôo, uma sensação estranha de perda de controle. Lembro só que acordei às 6h da manhã em um hospital, com minha amiga chorando e alguns médicos me observando. Ela estava desesperada, pois eles queriam ligar para os meus pais. Comecei a chorar ao me ver naquela situação. Estava suja de vômito, descabelada, com adesivos de eletrodos colados no meu corpo e uma veia estourada no braço. Pedi aos médicos que não avisassem meus pais, pois além da preocupação seria uma decepção imensa pra eles me ver naquele estado. o cara com quem eu estava ficando me levou pra casa. Jogava handebol e não consegui treinar no dia seguinte... o corpo não respondia. Aprendi que se eu quero curtir de verdade uma festa, a bebida não pode ser a minha principal companhia!” Nathália*, São Paulo, SP

“Eu estava de férias em Minas Gerais, na casa das minhas tias. Como sempre vou para lá, já conheço a galera amiga dos meus primos, e sempre saímos juntos. Numa sexta-feira, eles me convidaram para ver uma banda da faculdade deles tocar, e eu fui. Chegando lá, cada pessoa recebia um cartão, que era tipo uma comanda. Durante a noite eu conheci um menino e ficamos. Como a calça que eu estava usando não tinha bolso, pedi para ele guardar meu cartão. Foi a maior burrada, mas na hora eu nem pensei que ele pudesse ir embora antes de mim e sem me falar tchau. Mas foi bem o que aconteceu. Eu rodei a balada toda atrás dele e nada de encontrar! Fui na hora explicar para o gerente o que tinha acontecido, mas ele não me levou a sério e falou que eu teria que pagar R$ 200, o preço para quem perde a comanda. Eu comecei a chorar, mas não teve jeito. Como eu não tinha toda essa grana, meus primos dividiram o valor entre eles e depois eu paguei o quanto pude. Foi horrível, até hoje não entendo como fui burra!” Stephanie*, São Paulo, SP

*Os nomes foram trocados para preservar as entrevistadas.




Galinha eu ?

Os meninos podem ficar com todas, já as meninas... levam esse apelidinho por nada. Mas também depende de quem é vítima acabar com esse rótulo. Quer ver só?
A confusão começa pelo termo. Tem garota que leva esse apelido por ficar com dois numa semana e algumas que, por fazerem parte de outra galera, nunca precisaram encanar com esse tipo de ofensa mesmo ficando com três na mesma festa. Isso porque cada turma segue suas regras. “Ainda que não esteja escrito em lugar algum, todo membro do grupo aprende logo o que pode ou não fazer. Afama de galinha geralmente surge porque a menina infringiu alguma lei daquela turma: ficou com vários numa noite, com um cara já comprometido, com o menino por quem outra garota estava apaixonada...”, explica o psicanalista Leonel Braga. A verdade é que ninguém nunca vai explicar por a + b o que o termo quer dizer. E cada um faz sua avaliação como bem entende.

Tive anorexia e dei a volta por cima

Aos 13 anos, Daniela começou a sentir os sintomas, depois de um regime. Após cinco anos, curada, ela conta sua história
"Aos 12 anos, estava 10 quilos acima do peso considerado adequado para a idade. Então, minha mãe sugeriu que eu participasse de um programa de reeducação alimentar. Após oito meses, já tinha emagrecido mais que 10 quilos e não consegui parar. Tudo piorou quando comecei a fazer um curso de modelo com uma amiga. Nessa época, estava passando por problemas familiares e foi como uma bola de neve. Aos 14 anos, com cerca de 1,66 m, cheguei a pesar 36 quilos.

Meu comportamento era horrível! Descia e subia as escadas de casa e fazia abdominais quando a minha mãe não estava. Acessava vários sites para contar as calorias dos alimentos e, depois, apagava o histórico para ninguém perceber que tinha entrado lá. Não tomava nem água para não ficar com a barriga inchada e, ao me olhar no espelho, chorava. Via as minhas pernas enormeees! Por conta de toda a magreza, minha mãe me levou ao médico, para um tratamento supersério. Nessa época, fiquei muito agressiva. Brigava com todo mundo e jogava medicamentos caríssimos no lixo. Meus pais me ameaçavam com uma cinta para que eu comesse meio bife. Nessa época, parei de menstruar, meu cabelo começou a cair e nasceu muito pêlo nas minhas costas e nos braços, e eu sentia bastante frio.

Foi a reação do meu corpo. Eu não conseguia subir as escadas da escola e fui obrigada a parar o balé e o sapateado. Até as minhas notas caíram e perdi várias amizades. Só depois de oito meses comecei a aceitar o tratamento. O médico chegou a dizer que, se eu não me cuidasse, iria morrer. Um ano depois que iniciei, ainda contava as calorias, mas fui melhorando com a ajuda dos meus pais e de remédios. Hoje, não uso nem os perfumes que gostava naquela época. Só de sentir o cheiro me lembro de tudo o que vivi.

É claro que ainda me preocupo com a aparência, mas tenho limites. Como doces, fast food, sem culpa. Acredito que todas as meninas que acham que têm essa doença deveriam deixar que os pais a ajudassem. Atualmente, moro com uma amiga em São Paulo, para fazer cursinho. Quero estudar Medicina e me especializar em psiquiatria para tratar jovens que enfrentam o mesmo problema pelo qual eu já passei um dia."

Daniela Aidar, 18 anos

Como ser popular em 10 passos


Saiba como se tornar querida por todos com as dicas de uma expert no assunto

Vanessa Kignel, 15 anos, é uma garota popular. Mas nem pense naqueles filmes teens em que esse tipo de menina é a mais nariz-empinado do universo. A Vanessa é o exemplo positivo do que significa ser pop. “Ela é divertida e, se alguém precisa de ajuda, está sempre pronta”, entrega Juliana Harari, 15 anos, uma das centenas de amigas da Van. “A Vanessa transmite uma boa energia e é muito alto-astral”, acrescenta Patrícia Valera, 15 anos. Já dá para imaginar por que ela vive cercada de gente bacana, tem 918 amigos, 8.675 recados e 148 depoimentos no Orkut. Isso também explica o enorme sucesso que ela faz com os meninos. Ficou com inveja? Siga as dicas da expert!
1. Seja sociável
Fale com todas as pessoas, sem preconceitos. Mas não queira dar uma de amiga só de bobeira. Amigo é amigo e pronto. É necessário comparecer. Do contrário, é a mesma coisa que ter namorado e esquecer que ele existe. Você precisa dar atenção aos seus amigos.

2. Esconda a vergonha debaixo da cama
Mesmo que fique tímida em algumas situações, tente expressar mais o que sente, seja por meio de um abraço apertado naquele amigo de quem você tanto gosta ou dando uma bronca na garota que a está tirando do sério. As pessoas autênticas conseguem funcionar como uma espécie de ímã, pois são confiáveis. “A Vanessa não tem vergonha. Ela conversa com todo mundo”, explica Natália Lima, 15 anos, amiga da Van. Portanto, chegue em todo mundo sem medo de ser feliz e tire de letra até as situações constrangedoras. Assim, as pessoas se sentirão à vontade para brincar com você também e os laços de amizade vão acabar pintando naturalmente.

3. Esteja sempre de bom humor
Nada de cara fechada, hein?! Uma garota popular é aquela que está sempre com um sorriso no rosto. Claro que a pop também tem direito a TPM e de discutir com os pais, mas, lembre-se: ninguém tem culpa do que acontece na sua vida. E não é pelo fato de ser superpopular que todo mundo precisa saber que você não está em um dia bom. Fique na sua, mas nada de descarregar a tensão pelos seus problemas em quem não merece.

4. Dê valor a você
Uma das dicas da Vanessa para ser popular é se valorizar. Não que ela se ache o máximo. Nada disso! “É que as pessoas só vão gostar de você se você se amar”, diz. Entendeu a fórmula? Esse truque serve principalmente para os meninos, afinal, ninguém tem o direito de magoá-la.

5. Coloque-se no lugar dos outros
Antes de julgar (na verdade, é melhor não agir assim nunca), tente se imaginar na pele da outra pessoa. Compreensão é a palavrachave quando o assunto é amizade. Dessa maneira, todo mundo vai querer falar com você.

6. Não faça diferença entre as pessoas
Uma garota popular de verdade respeita todas as pessoas, independente da tribo em que ela se encaixa. Portanto, faça como ela e jogue o preconceito no lixo!

7. Esteja sempre disposta
Seja para ajudar aquela amiga a estudar ou para organizar uma festa bem badalada. “A Vanessa é uma ótima amiga. Ela está sempre alegre e é muito difícil dar um bolo em alguém”, garante Victoria Gordon, 16 anos. Então, mãos à obra!

8. Saiba ouvir
Se você quer ser uma amigona de verdade e ajudar qualquer um que a procure, apenas ouça. Não critique, não condene e tente, a todo custo, ser positiva. Quem precisa desabafar é a outra pessoa e sua obrigação é apenas ouvi-la. Deixe suas opiniões para momentos menos tensos. Na verdade, somente para quando pedirem.

9. Reconheça seus erros
Não é por causa da sua fama que a razão é sempre sua. Se pensa assim, deve imaginar que a Britney Spears está fazendo bonito ao sair por aí bebendo à toa, não é? Então, que tal assumir que agiu muito mal e se desculpar numa boa?

10. Não seja controladora
Tudo bem que a garota popular, normalmente, está por dentro de todas as fofocas (afinal, fontes não faltam). Mas não é por isso que ela tem o direito de saber de tudo e de querer dar a última palavra sempre. Por outro lado, não vá pensando que uma pop não precisa de ajuda. Muito pelo contrário. Ela é tão normal como qualquer outra menina e deve, sim, aceitar apoio de quem oferecer.